Proposta Pedagógica .

Para oferecer um ensino adequado às necessidades de seus alunos, a escola precisa saber o que quer, envolvendo a equipe e a comunidade na definição das metas .



 
  • Apressentação +

    Apressentação

    O Colégio Bom Pastor, assim denominado desde 14/09 de 2009, pelo Parecer Conclusivo nº 167/2009, anteriormente chamado Escola Santa Maria Eufrásia, tem seu Projeto Político Pastoral Pedagógico com uma proposta cristã de formação integral, mais fortalecida e atualizada, para cumprir com as atuais recomendações legais, especialmente a ampliação do ensino fundamental para nove anos e a nova proposta em discussão sobre o Ensino Médio Inovador.
    O Projeto Político Pastoral Pedagógico expressa sua identidade católica, a linha pedagógica e a sua postura pastoral. Compreendidos como elementos necessários para fundamentar as opções nos âmbitos organizacional, gerencial e educacional do Colégio Bom Pastor.
    As novas perspectivas educacionais nos fazem refletir nas possibilidades que temos para cumprir o compromisso assumido perante a sociedade, no desempenho de nossa missão. Assim, sentimos a necessidade de rever nossa trajetória implementando a ação educativa.
    O PPPP contempla todas as questões referentes ao Colégio Bom Pastor, incluindo metas a serem alcançadas, diretrizes metodológicas, propostas curriculares das várias áreas do conhecimento e séries, estrutura organizacional e planos setoriais, dentre outros elementos.
    Entendemos, por fim, que este projeto define a ação pedagógica do Colégio diante das mudanças ocorridas no mundo de hoje, em relação às novas tecnologias, ao mundo globalizado e à própria prática política educacional que se desenha no país, trazendo modificações condizentes com a nova realidade bio-psico-social do nosso povo, proporcionando ao educando uma educação igualitária, contínua e de qualidade.         

  • Justificativa +

    Justificativa

    A trajetória do Colégio Bom Pastor foi iniciada há 41 anos. Desde então, especialistas, corpo docente e educandos tem vivenciado seus avanços, suas conquistas e carências. Hoje conta com docentes comprometidos e envolvidos com a história do colégio. As limitações não têm impedido melhorias no processo, sempre objetivando oferecer o melhor dentro das possibilidades.Faz-se mister mudanças, e é através de um projeto que se pode estabelecer uma cultura de planejamento, capaz de elaborar metas voltadas para a formação humanística dos estudantes, com mais interação entre docentes, discentes, escola e sociedade.Precisamos assumir compromisso com a inclusão e pluralidade, uma característica da sociedade brasileira, educando sem negligenciar o respeito às diferenças, aos movimentos sociais, aos direitos humanos, étnicos, de gênero, etc.Assim, o projeto justifica-se basicamente por três condições presentes na sua história: a necessidade de articular o currículo da escola o ensino fundamental para nove anos; o compromisso com as novas diretrizes do Ensino Médio Inovador e por fim, a legislação, no que se refere ao currículo atualizando as suas bases principalmente sobre inclusão e pluralidade.

  • Finalidade do Colégio +

    Finalidade do Colégio

    De acordo com o artigo 22 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, a educação básica tem por finalidades desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.O objetivo central da Educação Básica (Ensinos Fundamental e Médio) é a formação do cidadão.Em torno dessa meta, o Colégio Bom Pastor organiza o conhecimento e o ensino de modo que os educandos se apropriem do saber escolar e das habilidades de pensamento significativos para sua formação promovendo a comunhão e o respeito às diferenças existentes entre os membros da sua comunidade.

  • Missão,Fundamentos, Visão, Objetivos Educacionais e Metas +

    Missão Oferecer ensino de qualidade norteado pelo Evangelho de Jesus Cristo promovendo o desenvolvimento do estudante-cidadão, transformando-o em crítico, competente, ético e com argumentação sólida, participando na construção de uma sociedade justa e fraterna.

    Fundamentos A educação, numa visão cristã, é, sobretudo, um percurso de formação humana durante o qual se semeiam os valores do Evangelho, tornando Jesus Cristo conhecido e amado, suscitando pessoas dispostas a segui-lo, de modo a disseminar pelo mundo o amor, o perdão, a fraternidade, a justiça, a tolerância, a compreensão, a paz. Essa perspectiva implica colocar a evangelização como centro do processo educativo, ou seja, compreender e empreender a educação como missão evangelizadora. Evangelizar é levar a Boa Nova a todos, em qualquer local da sociedade, partindo de sua força criadora para transformar a sociedade, fazendo-as novas. Essa transformação é fruto de uma força presente no Evangelho, capaz de questionar os valores, os interesses, os modelos de vida, as fontes inspiradoras e, assim possibilitar um caminho diferente. O processo de evangelização pode operar mudanças verdadeiras ao colocar em questão de maneira profunda e radical, as opções que fazemos em nossas vidas. O Evangelho comunica a práxis de Jesus, que traduziu em gestos concretos, para a humanidade a “Boa Nova”, a boa noticia de que somos filhos de um Deus amoroso e justo, que destinou a todos os seres humanos, sem exclusões, um Reino de Justiça e de Paz. Os gestos de Jesus, criados a partir da simplicidade e da realidade humana, possuem um poder libertador, capaz de gerar homens e mulheres novos. A práxis de Jesus nos ensina a cultivar a relação com o Pai, fonte de amor e de transformação. Para compreender essa “Boa Nova” trazida por Jesus Cristo, é necessário um mergulho nos textos sagrados, fonte de toda riqueza e mistério do Reino de Deus. É preciso também cultivar uma vida de oração na qual essa riqueza e esse mistério sejam vivenciados no encontro com o Pai, mas é necessário ainda, traduzir os sinais do Reino para o cotidiano. Eis aqui o grande desafio: transformar as relações humanas e a realidade e que vivemos em situações de justiça e dignidade. Reviver os gestos de Jesus é comprometermo-nos com a realização de um mundo mais digno, com a realização de todos os seres humanos. Essa experiência é o grande desafio do Reino de Deus, que convida e convoca a todos para uma opção pela vida e pela esperança. Como formadora do conhecimento, da maturidade e de valores humanos, a escola pode ser espaço privilegiado para essa ação. Essencialmente, a escola é terreno fecundo de crescimento humano e do cultivo das sementes do Reino, como o amor, a justiça, o respeito, a compreensão e a tolerância, a fraternidade, a dignidade, a atitude transformadora, a busca do sagrado. A escola deve ser um espaço dinâmico, de criatividade inovadora, de admiração pelo desconhecido e pelo vir a conhecer. Esse espaço é também local para disseminar os valores do Evangelho, que são transformadores, criadores e geram admiração pelo mistério. Trabalhar numa escola em perspectiva pastoral é um grande desafio, pois não significa reproduzir modelos já superados. É necessário que todos os envolvidos na tarefa educativa na escola busquem alternativas para fazer com que os valores evangélicos estejam presentes e revigoram a ação educacional. Então, todos estarão comprometidos com a evangelização, independente de cada tarefa no contexto escolar. Para que tudo isso aconteça, é preciso criar possibilidades de seus membros fazerem uma experiência de Deus que os integre na caminhada do discipulado. De fato, a experiência de fé é dinâmica e, portanto, coloca-nos numa atitude de discípulos. O discipulado é um estado de entrega, serviço, busca crescimento e opção pelo projeto do Reino de Deus. Nessa caminhada, inspiramo-nos no exemplo de Maria, a mãe de Jesus. Ela representa a figura humana que gerou o Messias, mas que não parou por ai, percorreu um longo caminho de discípulo do Filho. Sua pessoa é para nós numa representação daquela que viveu e cresceu na fé e foi educadora da fé, sabendo configurar a experiência de quem transmite valores e educa na fé. Da mesma forma, para uma ação evangelizadora e frutífera, é necessário que cada pessoa passe pelo processo de contato, sedução e conversão que está fundamentada no Evangelho. É preciso estar aberto e disponível para rever atitudes, ações, posicionamentos, em um processo coletivo e fraterno de transformação. Uma escola em pastoral é uma escola aberta à autoconversão, à autorrevisão em busca contínua e recriação de um ambiente onde, cada vez mais, os valores do Evangelho, sejam não só proclamados, mas, sobretudo vivenciados. Nessa autorrevisão crítica e continua, devem merecer atenção tanto as atitudes cotidianas, as formas de tratamento recíproco, a organização dos processos, quanto os planos curriculares das diferentes disciplinas. Na escola, podemos evangelizar pela forma de tratar as crianças, os adolescentes, os jovens, as famílias e os colegas de trabalho pelos momentos de oração e de celebração pelo cultivo do Sagrado e também pelo modo de organizar o processo pedagógico no âmbito das disciplinas do currículo. As formas de abordar os conteúdos, os processos de avaliação, o tipo de tratamento dado às dificuldades de aprendizagem, o modo de encaminhar as questões disciplinares, podem e devem ser continuamente repensados, buscando-se a humanização que é a grande base de toda a pregação e de toda a práxis de Jesus. E os conteúdos das diferentes áreas podem e devem ser selecionados com base em critérios que privilegiem a valorização da vida e o encantamento por ela, a consideração da inter-relação entre todos os seres e todas as formas da matéria e de energia, a análise crítica da realidade, a identificação de alternativas de transformação, as práticas solidárias. Será possível, assim, construir um currículo transversalizado por reflexões sobre a ética, sobre as questões ambientais e sociais, voltado para o ser humano, e do qual o (a) educando (a) seja autor (a), construindo conhecimentos e colocando-os em ação por meio de projetos que tenham em vista a sustentabilidade de vida, um currículo evangelizador.

    Visão  Ser reconhecida como uma escola Católica que se une a tantas outras para enfrentar os desafios que os novos tempos apresentam, por meio de uma ação educativa que preserve e amplie sua presença evangelizadora na formação das crianças, dos adolescentes e jovens que lhes são confiados

  • Objetivos Institucionais +

    Objetivos Institucionais

    De acordo com as bases legais que respaldam o pleno desenvolvimento pedagógico da escola, os objetivos do Colégio Bom Pastor consistem em:

    - Proporcionar ao educando a formação evangelizadora necessária ao desenvolvimento de suas potencialidades para sua autorrealização, preparação para o exercício consciente da cidadania e prosseguimento dos estudos, observando as determinações da Lei nº 9.394/96 de 20/12/96 e demais disposições legais atinentes, especialmente a Resolução CEE-127/97.

    - Desenvolver posturas autônomas, críticas, criativas, refletindo sobre sua própria ação incentivando o cuidado com a espiritualidade, o corpo e a saúde.

    - Criar oportunidades aos educandos de vivenciarem as diferentes formas de inserção sócio-política e cultural para que desenvolvam as diversas formas de linguagens: oral, escrita, corporal, artística, lógico-matemática.

    - Desenvolver atividades pedagógicas que atendam ao educando portador de necessidades especiais, visando explorar suas potencialidades, dando oportunidade de vivências motoras, cognitivas, afetivas e sociais.

    - Propiciar ao educando o conhecimento de temas específicos da história, da cultura, das manifestações artísticas e religiosas do segmento afro-brasileiro, resgatando e revalorizando a cultura negra como um dos elementos formadores da população brasileira.

    Como Educandos

    Formar educandos com sólidos conhecimentos e habilidades, que desenvolvam hábitos intelectuais e técnicas de trabalho que lhes permitam prosseguir os estudos com competência, ou seja, educandos que:

    - Saibam buscar, selecionar e interpretar criticamente informações;

    - Comuniquem idéias por diferentes linguagens;

    - Formulem e solucionem problemas;

    - Tenham hábitos adequados de estudo,

    - saibam trabalhar em grupo e tenham qualidades como empenho, organização, flexibilidade e tolerância;

    - Incorporem a importância do conhecimento e o prazer de aprender.

    - Formar pessoas que atuem de forma ativa na vida social e cultural, que respeitem os direitos, as liberdades fundamentais do ser humano e os princípios da convivência democrática:

    - Que compreendam a cidadania como participação social e política, assim como o exercício de direitos e deveres; Que utilizem o diálogo como forma de mediar conflitos e se posicionem contra a discriminação social e preconceitos como de raça, cor e sexo;

    - Que tenham interesse por diferentes formas de expressão artística e cultural;

    - Que se percebam como integrantes do meio ambiente, ao mesmo tempo dependentes e agentes de transformações.

    Como Indivíduos

    Desenvolver pessoas saudáveis e autônomas, com grande capacidade de inserção social:

    - Que tenham conhecimento de suas características físicas, cognitivas e emocionais;

    - Que sejam capazes de resistir a frustrações e de analisar a conseqüência dos seus atos;

    - Que realizem projetos pessoais.

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